No mundo inteiro apenas 13% das pessoas estão satisfeitas com o seu trabalho de acordo com uma meta análise recente da Gallup.

Este é um assunto muito sério. Para os colaboradores porque sofrem para sobreviver quando, hoje, o trabalho tem que ser uma forma de realização pessoal e de concretização do potencial. Para as empresas porque não conseguem obter o melhor das suas pessoas, perdendo muito dinheiro todos anos.  Ler Mais

 

Líderes: 15% dos recursos humanos das vossas equipas não esperam estar nos empregos atuais daqui a um ano

Reter as pessoas certas é um processo crítico para qualquer organização que pretenda ser performante. É muito mais difícil encontrar, contratar, integrar e treinar novos colaboradores do que trabalhar (mesmo que arduamente) para manter os colaboradores atuais.

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É muito fácil permitirmos ser interrompidos quando não temos uma definição clara das nossas prioridades, nem dos objetivos a que nos propomos. A maior parte das vezes em que somos interrompidos, acabamos por nos desviar da agenda, ficando, no fim do dia, com a sensação de que pouco ou nada fizemos de produtivo durante todo o dia. Já lhe aconteceu sair de uma reunião ou do escritório e ter a sensação de que não produziu o que quer que seja? As interrupções são tóxicas. Há uma tendência para as aceitarmos pois, inconscientemente, queremos estar ocupados. Mesmo que não estejamos a fazer nada de produtivo. Este é um dos grandes inimigos da performance.  Ler Mais

Acreditar que pode atingir os resultados que pretende é importante, mas muito mais importante é acreditar que pode conquistar as habilidades que lhe vão permitir conquistá-los. Muitos de nós acreditamos que a inteligência, personalidade e atitudes são imutáveis – independentemente do que possamos fazer não há forma de melhorar.

Como resultado, a maior parte das pessoas foca-se em objetivos que servem apenas para provar que são capazes, em vez de ser focarem em objetivos que as obriguem a desenvolver e adquirir novas competências e habilidades.  Ler Mais

Quando pensa em falar em público o seu coração dispara? Na preparação de uma apresentação importante receia não ter o impacto pretendido? Tem dificuldade em criar argumentos concisos e poderosos?

Realizar apresentações persuasivas não é apenas uma questão de carisma e de gráficos: requer competências específicas que são vitais para manter a sua audiência comprometida e envolvida.  Ler Mais


Com que frequência deve elogiar os colaboradores?

De acordo com a Gallup, todos o líderes deveriam elogiar alguém pelo menos uma vez por semana. A sua pesquisa demonstra que: “a variação de resposta à pergunta – nos últimos sete dias fui reconhecido ou elogiado pelo meu trabalho? – é responsável por uma diferença de 10% a 20% nos resultados e produtividade individuais. Empregados que reportam não serem adequadamente reconhecidos no trabalho têm três vezes mais possibilidade de dizer que querem sair da empresa no ano seguinte.”

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Reconhecimento: A ferramenta número 1 para gerar compromisso!

Reconhecer os colaboradores, por ser tão importante, pode facilmente tornar-se exaustivo e altamente stressante para qualquer líder.  Reconhecer o que as pessoas fazem de positivo, equilibrar as recompensas intrínsecas e extrínsecas e ajudar os colaboradores a crescer, pode sobrecarregar qualquer um. 

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O investigador Paul Zak e a sua equipa, descobriram também que quem trabalha em organizações em que as pessoas confiam muito umas nas outras, desfrutaram 60% mais dos seus empregos, demonstraram 70% mais alinhamento com os objetivos das suas empresas e sentiram-se 66% mais próximos dos seus colegas. Uma cultura de elevada confiança melhora a forma como as pessoas se tratam a si próprias e aos outros”

Continuação…

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Uma meta análise de Gallup sobre o envolvimento de 82000 unidades de trabalho em todo mundo demonstrou que o alto envolvimento – forte conexão com o trabalho e com os colegas e contributo real com amplas possibilidades de aprendizagem – garante consistentemente a resultados positivos tanto a indivíduos como a organizações. As recompensas de um envolvimento elevado são: maior produtividade, produtos de melhor qualidade e rentabilidade. Torna-se óbvio que criar uma cultura centrada nos funcionários é absolutamente crítico para as empresas. Mas como é que isso se faz?   Ler Mais

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Em comparação com as pessoas das empresas onde há pouca confiança, as pessoas das empresas onde há muita confiança reportam: 74% menos stress, 106% mais energia no trabalho, 50% maior produtividade, 13% menos dias de licença por doença, 76% mais envolvimento e compromisso, 29% mais satisfação com as suas vidas e 40% menos burnout (ansiedade, depressão). Esclarecedor!

Os líderes das empresas estão a fazer das tripas coração para capacitar e desafiar os seus colaboradores…
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Nos dias que correm, temos vidas extremamente ocupadas e perseguimos vários objetivos ao mesmo tempo. Não é surpresa que percamos oportunidades porque estamos distraídos e não reparamos nelas.

Não teve mesmo oportunidade para fazer exercício hoje? De devolver aquela chamada telefónica? Concretizar um objetivo significa agarrar oportunidades e agir, antes que estas escorreguem por entre os seus dedos.

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ImprimirLíderes, empresários e profissionais bem-sucedidos têm geralmente uma vida bastante ocupada e tendem a usar muitos chapéus para se tornarem mais produtivos. Mesmo que trabalhe 14 horas por dia não significa que está a ser produtivo. Lidar efetivamente com distrações, procrastinação e excesso de trabalho pode melhorar significativamente a produtividade.  Ler Mais

109542-ONJ5JO-129Entregar discursos e apresentações em eventos e reuniões são formas incríveis de melhorar a sua reputação enquanto especialista e de aumentar a sua visibilidade e a da sua empresa. Independentemente de se achar ou não um grande orador, é possível melhorar ao ponto das suas apresentações se tornarem memoráveis. Com algumas dicas e alguma prática, pode tornar-se num orador, cujas palavras, serão sempre lembradas.  Ler Mais

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A sua família e amigos podem estar a matá-lo!

E não estou a exagerar. Um estudo no New England Journal of Medicine demonstrou que se um amigo seu  se tornar obeso, a probabilidade  de se  tornar obeso também aumenta  57% . Portanto, se tiver relações estreitas com pessoas saudáveis, é muito provável que seja (ou se torne) mais saudável também. A doença não é apenas algo que se contrai, é algo que se imita.  Ler Mais

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Quanto mais livre estiver, melhor está a utilizar o tempo. Parece estranho, não é verdade?

Estar ocupado é uma grande desculpa para não se fazer o que se tem mesmo de fazer, para evitar as poucas ações cruciais que fazem, verdadeiramente, a diferença nos resultados acredite ou não, só é possível realizar o que é realmente importante, desocupando-se.  Ler Mais

03O compromisso com o trabalho é uma ilusão

Todos os estudos sugerem que os ambientes organizacionais (salvo raras excepções, claro) estão em péssima forma e que a confiança nos líderes atingiu níveis mínimos históricos. Uma investigação recente da GALLUP confirmou que no mundo inteiro, apenas 13% dos colaboradores afirmam estar envolvidos com o seu trabalho. Sem surpresa, a satisfação no trabalho tem vindo a diminuir linearmente desde 1987.  Ler Mais

PatCand

Nos últimos meses muitas empresas têm procurado saber mais sobre a metodologia inovadora de treino de comunicação da Outgenius. Este facto tem uma razão de ser. Melhor. Várias razões de ser.

Independentemente das competências e experiência ao nível da comunicação que os nossos clientes apresentam, com a nossa metodologia de treino científica e inovadora, o progresso é inevitável.
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No dia passado dia 14 de Outubro a Outgenius realizou o Summit Shine Through Communication 2015 no Hotel Pestana Sintra Golf, um evento exclusivo para apenas 8 empresas de referência no panorama corporativo nacional.

A Maria João Gama, a Patrícia Candoso e o Marco Meireles operacionalizaram o conceito e,  Ler Mais

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Body language
Um orador através da sua linguagem não-verbal aumenta exponencialmente o poder da sua mensagem gerando muito mais interesse e emoção. Profissionalmente a linguagem não verbal é apelidada de linguagem corporal.

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Falar em Público
Quando pensa em falar em público o seu coração dispara? Na preparação de uma apresentação importante receia não ter o impacto pretendido? Tem dificuldade em criar argumentos concisos e poderosos?

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Tem várias reuniões marcadas todas as semanas? Mas são raras as que realmente geram resultados? Nós temos algumas dicas que o poderão ajudar a rentabilizar as reuniões!

Ter um facilitador é fundamental para nos guiar e manter o foco. Uma pessoa pode ser responsável por garantir o sucesso de uma reunião, tornando-a mais eficiente. O facilitador deverá ser imparcial, não sendo a parte interessada no assunto da reunião. Algumas empresas contratam facilitadores externos, outras recorrem aos seus colaboradores, o que pode ajudar a treiná-los para reuniões mais eficientes. Antes da reunião, o facilitador prepara o material necessário e o espaço. Durante a reunião deve garantir que esta siga o rumo pretendido e no fim, deve entregar o resultado final sobre o que foi conseguido.

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O setor bancário é uma das principais áreas de negócio que contribui para o crescimento económico de um país. Sendo este setor responsável por todas as transações financeiras que ocorrem numa empresa, é necessário existirem pessoas com as capacidades comunicacionais altamente desenvolvidas. A comunicação na banca é fulcral se queremos manter ou estabelecer uma relação de confiança com os clientes e funcionários, já que esta funciona como intermediário entre depósitos e canais de depósito das atividades do mercado.

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Segundo dados da consultora Informa D&B, em 2013 foram criadas 35.296 empresas em Portugal que reuniram um número incrível de 46.256 empreendedores. As novas empresas são fundamentais para a criação de conhecimento e inovação, que pretendem constituir uma solução as para necessidades que possam surgir na sociedade e nas empresas.

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A comunicação não-verbal é fundamental para falar em público de modo eficaz. Todavia, o que dizemos é também crucial, especialmente na esfera política. O discurso assume um papel de extrema importância, pois constrói uma ponte entre o político e o eleitorado. É através do discurso que os candidatos políticos têm a oportunidade de se expressar para um contingente populacional, através de eventos como comícios e debates e de entrevistas tanto nos meios televisivos como radiofónicos.

Para que o discurso tenha sucesso, a mensagem que está por detrás deve ser transmitida com sucesso para a audiência. Existem eleitores que votam tendo como critério principal as promessas e o plano de ação do candidato, para os quais o carácter informativo do discurso é fundamental, e existem outros eleitores que votam tendo em conta a forma como os candidatos falam em público. A forma como falam é o fator principal para estes.

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Os líderes são como conectores humanos: são hábeis na construção de relacionamentos e contribuem para a criação de alianças e mudanças, o que é decisivo para as empresas alavancarem o seu negócio. A liderança é antes de mais uma questão de relacionamento. Segundo autores académicos, como Seeger e Ulmer (2003) a liderança é um processo de comunicação que envolve a clarificação de objetivos, a motivação dos seguidores e a resolução de conflitos. Quando uma organização segue uma direção, a comunicação da mesma tem de ser eficaz, para que todos os colaboradores possam reunir esforços para alcançarem um determinado objetivo.

A partir de estudos realizados no México em 2002 concluiu-se que um executivo dedica aproximadamente 80% do seu tempo à comunicação. A Revista Fortune também já tinha referido em 1986 que os diretores das empresas mais importantes dos Estados Unidos despendiam de 79,4% do seu tempo para comunicar com outras pessoas.

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A comunicação é fundamental em todas as áreas sociais, definindo-se por ser o ato de produzir e receber mensagens por meio da linguagem, em que as pessoas compreendem e partilham mensagens enviadas e recebidas. Na área da saúde é fundamental saber interagir com as outras pessoas, uma vez que as relações humanas, seja com o doente, os seus familiares ou com a equipa médica, são uma das bases do seu trabalho.

Segundo a Ordem dos Enfermeiros, no contexto da prática assistencial da enfermagem, a comunicação é entendida como um instrumento básico para o cuidado, sendo fulcral para a formação do profissional de saúde, e para a satisfação das necessidades do doente. Deste modo, o profissional de saúde deverá ter em atenção no processo de comunicação as suas expressões faciais, o tom de voz, a audição, o tato e a escrita. As palavras escolhidas são também decisivas e determinam o modo como as pessoas compreendem a mensagem que lhes está a ser transmitida. A ênfase que é dada num discurso e a postura corporal poderão ajudar à compreensão da comunicação.

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Uma questão que deve estar atento é à projeção da voz. Mais uma vez, a importância do treino é notória! Ao praticar em frente a um grupo pequeno perceberá se o volume da sua voz é eficaz, conseguindo que a mensagem que pretende transmitir seja audível para os seus ouvintes.

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[Total: 4    Average: 4.5/5]
Quando se tem medo do palco não é fácil superá-lo. Exige treino, esforço, e tempo de palco. A auto-confiança assume um papel fundamental neste objetivo. Acreditarmos em nós e nas nossas capacidades poderão ultrapassar o medo e os nersos que sentimos ao pisar um palco perante uma grande audiência ou simplesmente para falar com um pequeno grupo de pessoas.

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Captar a atenção da audiência no início de um discurso é fundamental, e para isso a introdução deverá criar impacto. Pode utilizar ajudas visuais ou humor, caso vão ao encontro do conteúdo do discurso.

Sempre que é designado para apresentar um discurso, deve reflectir sobre as seguintes questões: “O que é que eu vou entregar?” “O que devo utilizar para garantir um grande discurso?”. Aperceber-se-á que tudo isto depende da audiência e do objetivo do seu discurso. No entanto, existem certos conteúdos que se adequam a quase todas as audiências e discursos.

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[Total: 2    Average: 5/5]
O uso do PowerPoint tem sido recorrente na maior parte das apresentações, mas nem sempre representa uma mais-valia para o orador. Se preparar um discurso motivacional o seu objetivo será influenciar a audiência para fazer algo. Normalmente neste tipo de discursos é necessária pouca informação, logo a sua necessidade de diapositivos será reduzida. Para além de que ao tentar persuadir a plateia terá de criar um contacto visual mais profundo, que poderá ser quebrado pela utilização de suportes, como o PowerPoint.

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[Total: 3    Average: 3.7/5]
Tentar quebrar o gelo no início da apresentação é uma das maneiras mais eficazes de conseguir gerar uma empatia com a audiência. Consegue aumentar a receptividade à mensagem, encorajar participações e ajudar a plateia a descontrair.

As formas de o conseguir poderão variar muito, entre adoptar uma postura mais humorística, divertida ou pensativa. Um truque comum é através de jogos em que os participantes revelam algo pessoal ou novas formas de as pessoas se darem a conhecer.

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[Total: 2    Average: 5/5]
Um dos maiores erros que se cometem é o orador prolongar por demasiado tempo a sua apresentação. A audiência acaba por não prestar qualquer atenção ao que está a ser dito e poderá mesmo ficar aborrecida e amistosa relativamente ao orador.

Tal como o início da sua apresentação, o fecho não tem de ser humorístico. Poderá ser motivacional, desafiador ou acentuar algum ponto importante que referiu ao longo do seu discurso. A mensagem que deixará à audiência, quando bem pensada e estruturada, terá uma forte influência no pensamento e nas acções de quem percebeu o propósito da apresentação.

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[Total: 3    Average: 3.3/5]
Como irá reagir a audiência? Que tipo de audiência terei de enfrentar? Serão muito sérios ou irão alinhar nas piadas? São sempre dúvidas que surgem quando estamos a preparar uma entrega. Se conseguirmos conhecer melhor quem nos vai ouvir mais possibilidades temos de a nossa apresentar ser eficaz e bem-sucedida.

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[Total: 2    Average: 5/5]
Um dos maiores erros que se cometem é o orador prolongar por demasiado tempo a sua apresentação. A audiência acaba por não prestar qualquer atenção ao que está a ser dito e poderá mesmo ficar aborrecida e amistosa relativamente ao orador.

Tal como o início da sua apresentação, o fecho não tem de ser humorístico. Poderá ser motivacional, desafiador ou acentuar algum ponto importante que referiu ao longo do seu discurso. A mensagem que deixará à audiência, quando bem pensada e estruturada, terá uma forte influência no pensamento e nas acções de quem percebeu o propósito da apresentação.

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[Total: 2    Average: 3.5/5]
As cores que têm mais visibilidade e que são mais usadas são o preto, o azul e o verde. Não deverá fazer a apresentação toda com a cor vermelha e deve evitar o roxo, o castanho, o cor-de-rosa e o amarelo por não serem muito visíveis.

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[Total: 2    Average: 5/5]
O medo do palco é bom e faz-nos melhorar! Não acredita? É verdade! Antes de aprender a Falar em Público, é importante estar preparado o fazer. O medo do palco é um fenómeno que devemos aprender a controlar, se queremos ser bons a Falar em Público. Na verdade, o medo do palco não é o termo mais preciso para o nervosismo que ocorre quando se enfrenta uma audiência, pois a maior parte do medo ocorre antes de entrar no palco. Tente pensar em medo do palco de uma forma positiva. O medo é o seu amigo. Torna os seus reflexos mais nítidos e aumenta a sua energia. Quando está nervoso com o discurso está automaticamente mais consciente da sua postura e respiração. Com todos estes efeitos colaterais, irá parecer mais saudável e mais atrativo fisicamente.

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[Total: 1    Average: 5/5]
O medo de Falar em Público em muito se assemelha ao medo da morte, embora o primeiro como comprovam vários estudos encontram-se estatisticamente acima do segundo. Uma dica que poderá ser interessante se fizer uma entrega com o objetivo de promover o seu produto ou serviço é concentrar-se nos resultados positivos que daí poderão advir. Reflicta sobre os contactos e potenciais clientes que poderá ganhar com a sua apresentação ou se preferir não pense em nada. Absolutamente nada. Relaxe o corpo e o rosto. Caso tenha saltos altos, tire-os e coloque todo o seu peso sobre uma perna, agitando a outra. Quando colocar o seu pé novamente no chão, este sentir-se-á mais leve do que o outro. Este exercício é uma técnica praticada por vários actores.

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[Total: 1    Average: 5/5]
Quando se assiste a discursos feitos por celebridades, políticos ou líderes corporativos na televisão ou em público, existem várias pessoas que poderão pensar que estes profissionais nasceram com o dom de falar em público. Muito pelo contrário, a grande maioria das pessoas que discursa em frente a audiências, quer pequenas quer com centenas de espectadores, treinou vários anos para o conseguir fazer de forma eficaz. A formação poderá ser entre media training ou cursos que impliquem um treino constante durante um período de tempo considerável.

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